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quinta-feira, 28 de abril de 2011

A criatividade rolou solta e olha o que andaram escrevendo numa prova de redação do vestibular 2001.

“O verdadeiro sentido de nossas vidas se encontram no sofrimento de outras pessoas.” (Enfermagem)
“Deve ser muito bom trabalhar com sangue, doenças. (Enfermagem)
"A palavra farmácia já é um nome atraente.”
“Todo farmacêutico é um médico fracassado.”
“São muitas dúvidas, é um tempo de ansiar, é como o casamento. Às vezes se pensa que é ótimo, mas nem sempre é tão bom assim e, provavelmente durará a vida inteira.” (Sobre a escolha do curso.)
“Já dissera Carlos Drummond de Andrade: ‘No meio do caminho tinha uma pedra’ e para muitos estudantes o começo da pedraria, a mais difícil até então, é o vestibular.”
“Desse modo, diversos estudantes almejam o curso pretendido devido a vários fatores analisados no interior do seu âmago.”
“O curso de farmácia vai além das limitações coexistentes entre as flechas da reversibilidade em uma reação reversiva.”(?!)
“O curso de farmácia é choro dos que choram e o riso dos que riem.”
“... e com mais expectativa para o melhoramento de um efêmero.” (?!)
“Atualmente as pessoas são obrigadas a opinar por uma profissão quando ainda são muito jovens.” (opinar por optar)
“Nas beiradas do século XXI...”
“... propagandas televisíveis...”
“... a auto-análise de si mesmo...”
“Na corrida contra o tempo o vestibulando se distorce de tanto estudar.”
“O gosto por estudos, pesquisas e combinações entre reagentes vem* resume este profissional que em outros tempos já foi chamado de curandeiro e até de bruxo. Errata: * Onde lê-se “vem”, não lê-se nada.” (A errata é de autoria do vestibulando)
“O homem também é comestível.”
“... produtos latécticos...”
“... lhe dar com o público...” (lhe dar por lidar)
“... aspectos atraidores...”
“... cursos futurísticos...”
“...vagas vazias...”
“...globalização global...”
“...conserteza...”
“...tauvês...”

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