Ela namorava o tatuador, Ryan L. Fitzjerald e, juntos, os dois moravam em um parque de traileres em Dayton, Ohio (EUA).
Os dois estão numa briga violenta no tribunal porque Ryan tatuou uma pilha de cocô (enorme, veja a foto) – com direito a mosquinhas voejantes – nas costas da moça.
Na semana passada, Rossie entrou com um processo contra Fitzjerald, mas não contava com uma carta que o chifrudo guardou na manga por esse tempo todo.
O tatuador conseguiu que ela assinasse um documento em que ela atesta que o desenho da tatuagem ficaria por conta do autor – o que seria uma espécie de permissão legal para ele fazer o que quisesse, inclusive desenhar o toletão que ele desenhou.
O doucumento "imuniza" legalmente o chifrudo, que nada sofrerá. E a piriguete terá que ostentar a cocô nas costas para sempre ou submeter-se a (dispendiosas, doloridas e de sucesso duvidoso) sessões de laser para remover a obra de arte
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