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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne)


Voyage au centre de la Terre (Viagem ao centro da Terra) é um livro de ficção científica de autoria do escritor francês Júlio Verne, lançado em 1864 e considerado como um dos clássicos do gênero.
Viagem ao centro da Terra é narrada por Axel, um jovem alemão, sobrinho de um ilustre geólogo da altura, o Dr. Otto Lidenbrock, que juntos realizaram uma grandiosa viagem às profundezas subterrâneas do planeta Terra.
 No ano de 1863, pleno século XIX, o Dr. Lidenbrock, professor, geólogo alemão, depois de ter encontrado um manuscrito, escrito em código, de um antigo alquimista islandês do século XVI, e de o ter decifrado, descobriu que este foi ao centro da Terra.
 Querendo também realizar tal feito “impossível”, ele e o seu sobrinho Axel, partiram para a Islândia com o intuito de penetrar no interior da crosta terrestre e chegar ao centro da Terra, como vinha referido no misterioso manuscrito, a entrada para o interior da Terra era feita a partir de uma cratera de um vulcão na região ocidental da ilha da Islândia, o Sneffels. Depois de chegada à Islândia, o Dr. Lidenbrock contratou um caçador islandês, Hans, para servir de guia até ao vulcão e de ajudante na sua longa jornada no interior da Terra. Já abaixo da superfície terrestre, estes três homens desceram corredores e galerias, passando por vários obstáculos e peripécias, como por exemplo falta de água, andaram perdidos, Axel perdeu-se do grupo, entre outras... Até que chegaram a uma galeria de dimensões colossais que continha no seu interior um oceano, ilhas, nuvens, e até mesmo luz, gerada por um fenômeno eléctrico desconhecido. Para além destas características ainda possuía outra, mais chocante, existia vida naquele mundo paralelo ao mundo superficial, vida que na superfície era considerada já extinta há muitos milhares de anos, que ia desde dinossauros ao homem das cavernas. Tudo isto a milhares de metros de profundidade, os três exploradores tiveram de construir uma jangada para viajar naquele oceano que parecia não ter fim. Resistiram a uma tempestade de vários dias que os levou à margem oposta do oceano, onde encontraram a passagem para o centro da Terra, mas estava bloqueada por um desabamento de terras recente. Hans colocou pólvora em torno da passagem e explodiu com o obstáculo, mas essa explosão foi de tal ordem que fez com que a jangada onde os três estavam fosse puxada para uma chaminé de um vulcão, em consequência de uma erupção foram expelidos para a superfície terrestre. Quando estabeleceram contacto com os habitantes locais, descobriram que tinham saído no vulcão Stromboli, localizado a norte da Sicília. Ou seja, percorreram mais de cinco mil quilômetros nesse mundo paralelo.
 Na década de 1950 foi realizado um filme, com James Mason como protagonista.
 E em 2008 foi lançado outro filme com os atores: Brendan Fraser, Josh Hutcherson, Anita Briem, Seth Meyers.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Operação Cavalo de Tróia (J.J.Benítez)


Operação Cavalo de Tróia é uma coletânea de dossiês divulgados em oito livros do autor J. J. Benítez, que narra uma missão da Força Aérea dos Estados Unidos na qual um módulo chamado "berço" é levado ao 'passado' com o propósito de comprovar a existência de Jesus Cristo. A missão é chamada de Operação Cavalo de Tróia, e como de costume das forças militares Norte Americanas, não são revelados grandes detalhes dos métodos de física utilizados para a 'reversão', nada além de "novos conceitos da física quântica vindos da Europa" é dito. Conceitos obviamente, sigilosos também.
 Um major, de nome não revelado, e um piloto voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam muitos fatos narrados na Bíblia. Na verdade a Biblia é tomada como referência, uma vez que contém as datas e eventos da época. Fornecem, também, dados da sociedade da época: costumes, leis (principalmente as leis do judaismo), crenças (judaícas e pagãs,geografia, ambiente, etc). O major, que durante a viagem adota o nome de Jasão, é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus – o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano.
 Os detalhes da vida de Jesus, assim como as conversas em que Ele fala abertamente sobre sua origem divina e sobre o que é a sua missão na Terra, deixam claro que a Igreja Católica teria passado longe da mensagem original. A diferença entre os acontecimentos presenciados pelo Major e os narrados nos textos sagrados é enorme, mas compreensível. Segundo as próprias observações da personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.
 Segundo esta obra, a mensagem de Jesus fala de um Deus-pai – sempre bom e generoso. Um Deus que não exige templos nem rituais. Algo que precisa ser vivenciado para ser compreendido, e que não pode ser comprovado, como desejavam os militares (e a ciência).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Dom Quixote de La Mancha" ( Miguel de Cervantes y Saavedra )


Dom Quixote de La Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano) é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616). O título e ortografia originais eram El ingenioso hidalgo Don Qvixote de La Mancha, com sua primeira edição publicada em Madrid no ano de 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em1615.
 O livro surgiu em um período de grande inovação e diversidade por parte dos escritores ficcionistas espanhóis. Parodiou os romances de cavalaria que gozaram de imensa popularidade no período e, na altura, já se encontravam em declínio. Nesta obra, a paródia apresenta uma forma invulgar. O protagonista, já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances, perde o juízo, acredita que tenham sido historicamente verdadeiros e decide tornar-se um cavaleiro andante. Por isso, parte pelo mundo e vive o seu próprio romance de cavalaria. Enquanto narra os feitos do Cavaleiro da Triste Figura, Cervantes satiriza os preceitos que regiam as histórias fantasiosas daqueles heróis de fancaria. A história é apresentada sob a forma de novela realista.
 É considerada a grande criação de Cervantes. O livro é um dos primeiros das línguas européias modernas e é considerado por muitos o expoente máximo da literatura espanhola.  Em princípios de maio de 2002, o livro foi escolhido como a melhor obra de ficção de todos os tempos. A votação foi organizada pelo Clubes do Livro Noruegueses e participaram escritores de reconhecimento internacional.
 O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão por muita leitura de romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Abertura dos Olhos"( Nitiren Daishonin)"



 “Se deseja saber que causas foram feitas no passado, observe os resultados que se manifestam no presente. E se deseja saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas que estão sendo feitas no presente" 

Resumo e Fundo de Cena

 “Abertura dos olhos” é um dos cinco escritos mais importantes de Nitiren Daishonin, no qual ele revela sua identidade como o Buda Original dos Últimos Dias da Lei possuidor das três virtudes de soberano, mestre e pais. Daishonin iniciou este tratado logo ao chegar ao exílio na Ilha de Sado sob severas circunstâncias e o concluiu no segundo mês do nono ano de Bun-ei (1272) em dois volumes, endereçando-o a Shijo Kingo, um dos seus principais discípulos em Kamakura e samurai do clã Hojo. Quando Daishonin foi conduzido a Tatsunokuti, em setembro de 1271, Shijo Kingo acompanhou-o decidido a morrer ao seu lado, e presenciou o seu triunfo sobre a execução. Além disso, viajou a Sado para visitar Daishonin durante o exílio e enviou mensageiros para levar materiais para escrita e outras necessidades dele.

 Em “O objeto de devoção para observar a mente”, escrito mais tarde, em 1273, Daishonin esclareceu do ponto de vista da Lei que o objeto de devoção possibilita que todas as pessoas alcancem a iluminação. “Abertura dos olhos” trata do objeto de devoção em termos de “pessoa”. Em outras palavras, este escrito revela que Nitiren Daishonin é o Buda que estabeleceria o objeto de devoção para todas as pessoas alcançarem o estado de Buda. Assim, o objeto de devoção incorpora a iluminação de Daishonin para o Nam-myoho-rengue-kyo, a Lei implícita nas profundezas do Sutra de Lótus.

 Nitiren Daishonin experimentou uma série de adversidades na inóspita Ilha de Sado; a condição precária de sua cabana não o protegia do vento nem da neve; faltava-lhe alimentos, roupas e materiais para escrita. Além do sofrimento físico, ele ficou profundamente abalado ao saber que vários de seus seguidores de Kamakura haviam abandonado a fé. Sentindo que a morte constantemente o ameaçava, Daishonin redigiu este tratado com o propósito de encorajar seus discípulos como se fosse seu último desejo e testamento.


domingo, 13 de março de 2011

Assassinato no Expresso Oriente (Agatha Crhistie)



Regressando de um importante caso na Síria, Hercule Poirot embarca no Expresso do Oriente em Istambul. O comboio está estranhamente cheio para aquela altura do ano, mas Poirot fica com um lugar assegurado pelo amigo Monsieur Bouc, director da Compagnie Internationale des Wagons-Lits, embora esse amigo não soubesse que o comboio se encontrava sem lugar para Poirot. Mas quando Mr. Harris não aparece, Poirot fica no seu lugar, para surpresa do seu colega de quarto, Mr. MacQueen. Contudo, na segunda noite, Poirot consegue um quarto só para si.
 Nessa noite, perto de Belgrade, a cerca de vinte e três minutos para a uma da manhã, Poirot acorda com um som estrondoso, parecendo ter vindo do compartimento ao lado do seu, ocupado por Mr. Ratchett. Quando Poirot espreita pela sua porta, vê o revisor bater à porta de Mr. Ratchett e a perguntar se ele está bem. O homem responde em francês: "Ce n'est rien. Je me suis trompé.", que quer dizer "Não é nada. Cometi um erro", e a seguir o revisor vai-se embora para atender a uma campainha. Poirot decide voltar para a cama, mas fica perturbado pelo facto de que o comboio está invulgarmente quieto e a sua boca está seca. Enquanto está deitado e acordado, ouve Mrs. Hubbard tocar urgentemente a campainha. Quando Poirot chama o revisor para lhe pedir água, o revisor diz-lhe que Mrs. Hubbard acha que alguém esteve no compartimento dela, e que o comboio parou devido a uma tempestade de neve. O revisor vai-se embora e Poirot tenta ir dormir outra vez, mas é acordado de novo pelo barulho de um baque na sua porta. Desta vez, Poirot levanta-se e olha para fora do compartimento, e o corredor está completamente silencioso, e não vê nada a não ser uma mulher, de costas, vestida com um quimono escalarte, a desaparecer ao fundo do corredor.
 No dia seguinte, Hercule Poirot descobre que Mr. Ratchett está morto, tendo sido esfaqueado doze vezes enquanto dormia. Porém, as pistas e as circunstâncias são muito misteriosas, algumas das chagas são muito profundas e algumas são superficiais. Para além disso, algumas delas parecem ter sido feitas por uma pessoa que usa a mão esquerda e algumas por uma pessoa destra.
 Hercule Poirot encontra muitas outras pistas no compartimento da vítima e no comboio, incluindo um lenço com a inicial "H", um limpador de cachimbos, e um botão da farda de um revisor. Todas essas pistas sugerem que o assassino ou os assassinos foram um bocado descuidados. No entanto, cada pista aponta para suspeitos diferentes, o que sugere que algumas das pistas foram encenadas.
 Ao reconstruir bocados de uma carta queimada, Poirot descobre que Mr. Ratchett era um fugitivo dos E.U.A muito conhecido chamado Cassetti. Cinco anos antes, Cassetti raptara uma criança norte-americana de três anos de idade chamada Daisy Armstrong. Embora a família Armstrong tenha pago uma quantia considerável, Cassetti matou a pequena menina e fugiu do país com o dinheiro. A mãe de Daisy, Sonia Armstrong, estava grávida quando soube da morte de Daisy, e o choque dessa notícia levou-a a parto prematuro e Sonia e o bébé acabaram por morrer. O seu marido, o Coronel Armstrong, acabou por se suicidar e a empregada de Mrs. Armstrong, Suzanne, foi considerada suspeita pela polícia, apesar de afirmar que estava inocente, acabando por se suicidar também, atirando-se de uma janela. Pouco tempo depois foi considerada inocente.
 À medida que as provas se juntavam, continuavam a apontar em caminhos diferentes e parecia que Poirot estava a ser desafiado por uma mente deveras inteligente. Uma pista que continuava desaparecida - o quimono escalarte usado por uma mulher desconhecida - acabaria por aparecer na bagagem do próprio Poirot.
Hercule Poirot descobre, mais tarde, que todos os passageiros tiveram ligações com a família Armstrong:
  • MacQueen era o filho do advogado encarregue do caso Armstrong.
  • Masterman foi servente pessoal do Coronel Armstrong durante a guerra.
  • O Coronel Arbuthnot foi camarada e melhor amigo do Coronel Armstrong.
  • Mrs. Hubbard foi uma actriz conhecida pelo nome de Linda Arden e mãe de Sonia Armstrong.
  • A Condessa Andrenyi era irmã de Mrs. Armstrong.
  • A Princesa Dragomiroff foi madrinha de Sonia Armstrong.
  • Miss Debenham foi secretária de Mrs. Armstrong e educadora de Daisy.
  • Miss Schmidt foi a cozinheira da família.
  • Antonio Foscarelli era o motorista da família.
  • Miss Ohlsson foi enfermeira de Daisy.
  • Piérre Michel era o pai da criada, Suzanne.
  • Hardman era um polícia que estava apaixonado por Suzanne.
 Depois de meditar sobre as evidências, Poirot reúne os doze suspeitos, mais Monsieur Bouc e o Doutor Constantine na carruagem-restaurante. Ele explica que existem duas explicações possíveis para o assassinato de Ratchett.
A primeira explicação é que um estranho - um gângster inimigo de Ratchett - embarcou no comboio em Vinkovci, a última paragem, assassinou Ratchett e escapou sem ninguém dar por isso. O crime ocorreu uma hora mais cedo do que toda a gente pensava, porque a vítima e outros mais não se lembraram que o comboio tinha entrado numa zona com fuso horário diferente. Os outros barulhos ouvidos por Poirot na carruagem naquela noite não estavam relacionados com o assassínio. Todavia, o Dr. Constantine diz que Poirot deve prestar atenção de que esta explicação não explica totalmente todas as circunstâncias do caso.
 A segunda explicação é muito mais sensacional. Todos os suspeitos são culpados. A primeira suspeição de Poirot foi tomada pelo facto de que estas pessoas serem todas de diferentes nacionalidades europeias. Poirot diz que isto raramente ocorre nos Estados Unidos da América, a "mistura de culturas", onde um escocês pode ser familiarizado com um italiano e um alemão, todos de diferentes classes sociais. Não havia outro sítio onde o assassínio poderia ter acontecido, dadas as evidências.
 Poirot revela que os passageiros eram todos relacionados, empregados, amigos da família Armstrong, ou tinham ligações com o crime. Foram todos gravemente afectados pelo assassínio de Daisy e pelas consequências do crime. Quiseram fazer justiça pelas próprias mãos ao serem os executadores de Cassetti, para vingar um crime que a lei foi incapaz de punir. Cada um esfaqueou Ratchett uma única vez, para assim ninguém saber quem deu a facada fatal.
 Doze dos conspiradores participaram para permitir um "júri de doze pessoas", com o Conde Andrenyi a actuar pela sua mulher, por ela poder ter sido a suspeita mais óbvia. Outro passageiro fez reserva com um nome fictício - Harris - para mais ninguém além dos conspiradores e da vítima estarem a bordo (a cabina ao lado da de Ratchett já estava reservada para o director dos Wagons-Lits). A paragem inesperada do comboio e a presença imprevista de Poirot causaram complicações aos conspiradores que, por causa disso, deixaram bastantes provas cruciais. Mrs. Hubbard acaba por confessar que a segunda teoria está certa e pede que ela mesma seja a única acusada.
 Poirot assim define as duas soluções e pergunta ao director dos Wagons-Lits que explicação ele pensa estar mais correcta. O director diz que a primeira explicação é decididamente a correcta e sugere que seja essa a apresentar à polícia. Estando a sua tarefa concluída, Poirot diz que tem "a honra de se retirar do caso."

quarta-feira, 9 de março de 2011

Tragédia em Três Atos (Agatha Christie)


Uma pessoa morre durante um jantar oferecido pelo ator Sir Charles Cartwright. Todos, inclusive Poirot, acreditam que tenha sido um acidente. Porém, logo ocorre outra morte nas mesmas circunstâncias, o que faz com que Poirot desconfie que há um envenenador à solta.
Mr. Satterthwaite, que já aparecera em O Misterioso Sr. Quin, também ajuda na solução do mistério.

 Como já postei aqui antes, os livros da autora mais célebre de romances policiais sem dúvida não deixam a desejar em nenhum de seus 88 exemplares (Acho que são 88 se eu estiver errada, me corrijam por favor!), e esse não é diferente. Não importa quantos você leia ou como você estabeleça uma linha de raciocínio, Agatha sempre te pega no final.


Boa leitura!

terça-feira, 8 de março de 2011

Marley e Eu (John Grogan)


Marley & Eu: a Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo (no original em inglês, Marley and Me: Life and Love with the World's Worst Dog) é um livro de não-ficção escrito pelo jornalista norte-americano John Grogan.
 Através de uma narrativa em primeira pessoa, John Grogan relata a história real de seu cachorro da raça labrador americano chamado Marley e sua participação durante treze anos na sua vida.
 O livro é um best-seller em vários países, inclusive no Brasil e nos Estados Unidos.
 John e Jennifer Grogan  casaram-se recentemente e decidiram começar nova vida em West Palm Beach, na Flórida. Lá eles trabalham em jornais concorrentes, compram um imóvel e enfrentam os desafios de uma vida em conjunto. Indeciso sobre sua capacidade em ser pai, John busca o conselho de seu colega Sebastian, que sugere que compre um cachorro para a esposa. John aceita a sugestão e adota Marley, um labrador de 5 kg que logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.
 O mais emocionante é ler como aquele cão, que tinha tudo para ser rejeitado (estragava todos os móveis, engolia tudo que via pela frente, sujava a casa de todas as formas possíveis e era desobediente), consegue ser algo tão importante na vida do casal e de seus filhos, que surgem logo depois, justamente por ser como é. 
 Tanto o livro quanto o filme são de derramar as lágrimas de qualquer um. Além da história de carinho que ele mostra, também nos ensina amizade e como amar alguém não importante quais defeitos ele tenha. 
Boa lietura!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Os Três Mosqueteiros (Alexandre Dumas)



Os Três Mosqueteiros é um romance histórico escrito pelo francês Alexandre Dumas. Inicialmente publicado como folhetim no jornal Le Siècle de março a julho de 1844, foi posteriormente lançado como livro, ainda em 1844, pelas Edições Baudry, e reeditado em 1846 por J. B. Fellens e L. P. Dufour com ilustrações de Vivant Beaucé.
 É o volume inicial de uma trilogia, romanceando fatos importantes dos reinados dos reis Luís XIII e Luís XIV e da Regência que se instaurou na França entre os dois governos.
 O título previsto inicialmente seria "Athos, Porthos e Aramis", mas foi alterado para "Os Três Mosqueteiros" por sugestão de Desnoyers, encarregado da secção de folhetins do "Siècle" (para quem o título evocava aos leitores as três Parcas da mitologia grega). Dumas aceitou este último título notando que seu absurdo (já que seus heróis são ao todo quatro) contribuiria para o sucesso da obra. Em 2011 será lançado um remake do filme original,que será dividido em três partes, um dos atores confirmados é Logan Lerman que interpretará D'Artagnan.
 A primeira vez que li o livro eu tinha 8 anos de idade. Sempre gostei de ler, mas esse livro foi o que me deu o gosto maior pela leitura. Quem nunca ouviu a histórias dos heróis onde seu lema era "Um por todos e Todos por um"?!
Para quem nunca leu, fica ai a oportunidade!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Os Sonhos Morrem Primeiro (Harold Robbins)



O livro traz como protagonista Gareth, um ex-soldado da guerra do Vietnã que, embora de família rica, vive às custas de um salário desemprego. Seu tio Lonergan, um homem misterioso que tem negócios suspeitos tem um relacionamento nada cordial com o sobrinho. É que Gareth, na verdade, sabe que seu pai se matou e que seu tio contribuiu para isso. Mas, mesmo assim, Lonergan lhe oferece ajuda, comprando um jornal de bairro para que ele administre. A partir daí, diversos personagens aparecem na história, com o autor colocando em discussão temas como o homossexualismo e o preconceito. De um jornal medíocre e falido, Gareth cria uma revista masculina, a Macho, vira editor, tornando-se uma pessoa muito rica e figura importante no mundo financeiro e publicitário.
 O livro tem um título curioso que vai fazendo sentido no decorrer da narrativa. Ele nos mostra que nem sempre é bom ter o que tanto sonhamos e, citando uma Lei de Murphy, se algo pode dar errado, dará. Isso é uma coisa que gosto muito nos livros do Harold, seus personagens não são nada perfeitos e a história de vida deles não segue precisamente para o final feliz.
 “Os Sonhos Morrem Primeiro” é mais um ótimo passador de página de leitura fácil e com uma pitada de erotismo. Ele é simplesmente supreendente e empolgante do começo ao fim.
 Me lembro que eu mal conseguia durmir porque não queria largá-lo. É difícil encontrar livros do autor então, quando achar um não perca a oportunidade, leia!

terça-feira, 1 de março de 2011

Cartas na Mesa (Agatha Christie)



 O senhor Shaitana, amigo do detetive Hercule Poirot, foi morto a punhaladas durante um jantar oferecido em sua própria casa. Anteriormente, Shaitana já havia prometido mostrar a Poirot uma coleção bastante peculiar - de assassinos. Parte dos convidados jogavam bridge quando o assassino agiu sorrateiramente. Poirot precisa descobrir quem matou seu amigo, apesar da ausência de suspeitos evidentes.
 O livro é um dos mais intrigantes e envolventes dela (Já é o segundo dela postado aqui), apesar de a maioria sempre nos deixar de unhas roídas. Achei interessante que a história em particular nos deixa completamente confusos do início ao fim. Também vale lembrar que para quem gosta de jogar cartas o livro será um prato cheio. Bom! Para mim que não entendo muito, tive que pesquisar enquanto lia. Mas mesmo para quem não entende é válida a tentativa.
Boa leitura!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Revolução dos Bichos(George Orwell)


Animal Farm (A Revolução dos Bichos (título no Brasil) ou O Porco Triunfante/​O Triunfo dos Porcos/​A Quinta dos Ani­mais(título em Portugal)) é um romance alegórico do escritor inglês George Orwell, apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do século XX organizada pela Modern Library List.
O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o "paraíso comunista" proposto pela Rússia na época de Stalin. A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcosSnowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.
Para o autor, um social-democrata e membro do Partido Trabalhista Independente por muitos anos, a obra é uma sátira à política stalinista que, segundo sua ótica, teria traído os princípios da revolução russa de 1917.
Sentindo chegar sua hora, Major, um velho porco, reúne os animais da fazenda para compartilhar de um sonho: serem governados por eles próprios, os animais, sem a submissão e exploração do homem. Ensinou-lhes uma antiga canção, Animais da Inglaterra (Beasts of England), que resume a filosofia do Animalismo, exaltando a igualdade entre eles e os tempos prósperos que estavam por vir, deixando os demais animais extasiados com as possibilidades.
O velho Major faleceu três dias depois, tomando a frente os astutos e jovens porcos Bola-de-Neve e Napoleão, que passaram a se reunir clandestinamente a fim de traçar as estratégias da revolução. Certo dia Sr. Jones, então proprietário da fazenda, se descuidou na alimentação dos animais, fato este que se tornou o estopim para aqueles bichos. Deu-se a Revolução.
O livro é um pouco estranho no começo,mas logo reconhecemos a idéia de revolução presente na história do homens constantemente. O livro não só da ênfase a essa idéia, como também nos dá um lampejo de liberdade. 
Eu gostei. Espero que goste também!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Rubaiyat de Omar Khayyam


Um jardim, uma mulher, vinho,/ Meu desejo e minha amargura:/ Eis o meu Céu e o meu Inferno./ Mas quem já viu o Céu e o Inferno?
Omar  Khayyam
 Quem abre pela primeira vez o Rubaiyat e lê os versos das três primeiras quadras não ficará indiferente ao estilo direto e sem rodeios do autor, quando escreve: Sabem todos que nunca/ Murmurei uma prece./ Sabem todos que nunca/ Escondi meus pecados. // Ignoro se realmente/ Existe uma Justiça/ E uma Misericórdia./ Nada temo no entanto. // Nada temo. Antes, nelas, / Se é que existem, confia/ Minh’alma, porque sempre/ Fui um homem sincero (1, p. 11).
 O Rubaiyat é uma das composições literárias mais famosas da literatura legada ao mundo pelo Oriente. Seus versos foram escritos por Omar Khayyam, cujo nome completo era Ghiyáthuddin Abulfath Omar bin Ibráhim Al-Khayyámi, que nasceu e faleceu em Nishapur, província de Khorassan, na Pérsia (c. 1050 – c. 1123).
 Omar Khayyam ocupou a função de diretor do observatório astronômico de Merv, tendo se dedicado ao estudo da matemática e da astronomia. Escreveu vários tratados, um dos quais, sobre álgebra, se tornaria um clássico, tendo sido traduzido no Ocidente. Foi também responsável pela reforma do calendário muçulmano.
 Embora tenha se tornado conhecido sobretudo como matemático e astrônomo, Khayyam se destacaria também na poesia, adotando as quadras epigramáticas como estilo literário. Foi nesse estilo que escreveu o Rubaiyat, sua composição poética mais famosa. Rubáyyát é o plural de rubay, quadra em persa. Deve-se a primeira tradução em uma línguan ocidental ao austríaco Joseph von Hammer-Purgstall (1774-1856). Em 1857, foram traduzidos para o francês por Nicolas. O inglês Edward Fitzgerald (1809-1883), ao lê-la, encantou-se com os versos de Khayyam, e resolveu também traduzi-los. A partir de então, o poeta persa ganharia seguidas traduções em outros países e línguas, inclusive no Brasil, onde foi feita uma tradução por Otávio Tarquínio em 1955, publicado pela editora José Olympio.
 O poeta brasileiro Manuel Bandeira também se encantou com os versos do poeta persa e, para felicidade nossa, resolveu traduzi-los para a língua portuguesa. Para tanto, tomou como referência a tradução francesa de Franz Toussaint, de 1923, por considerá-la mais fiel ao texto original, se comparada com a de Fitzgerald. Em 2001 a Ediuouro fez uma edição do texto traduzido por Bandeira. É uma belíssima edição, com capa dura e sobrecapa, além do texto  emoldurado por arabescos.
 Nos versos do Rubaiyat tudo recende a hedonismo. O que importa é viver o presente, fruir o momento, mas vivê-lo bem, pois a vida é fugaz e dela nada se leva, uma vez que não se tem garantia de que exista vida no além. O livro é belíssimo, principalmente para aqueles que gostam de poemas e que amam a vida e sua essência.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Um Dia Daqueles (Bradley Trevor)



A obra Um dia "Daqueles": Uma lição de vida para levantar o seu astral, do escritor australiano Bradley Trevor Greive é um exemplar de bolso que traz muitas imagens de como se pode passar por dias ruins, mas sempre mostrando como é possível alcançar dias bons. Para isso, ele acreditar que é necessário continuar acreditando, pois por pior que seja o dia que a pessoa está vivendo, é possível encontrar dias posteriores muito melhores. O exemplo mais adequado para o fato é o próprio livro do autor que após ser rejeitado algumas vezes, atualmente já vendeu 700 mil exemplares.
O livro é do tipo em que as imagens valem mais que as palavras. São mostradas imagens de animais de acordo com o texto relacionado. Ele diverte, emociona, nos faz refletir e de certa forma sentir saudades de alguns momentos da vida e de algumas pessoas. Eu coleciono e recomendo. É ótimo para crianças e para adultos que preferem livros com um visual mais clássico. 
Leiam, vejam, divirtam-se!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Quem Mexeu no Meu Queijo?(Dr. Spencer Johnson)



 Na parábola proposta pela obra, os quatro personagens estão em busca de um mesmo objetivo: um posto repleto de queijo. Ao encontrá-lo, todos ficam felizes e imaginam o que farão com tanto queijo.
 No entanto, os personagens esquecem de que, à medida que fazem uso do queijo, este vai acabando. Ao perceberem que o queijo terminou, cada um toma uma atitude diferente - da mesma maneira que cada um de nós, que também assumimos posturas diferentes diante de uma dificuldade.
 O livro passa, então,a mostrar o que cada personagem está disposto a fazer (ou a não fazer!) para obter mais queijo.
 O queijo simboliza, na verdade, aquilo que cada um de nós almeja possuir, seja na vida pessoal ou no trabalho: saúde, prosperidade, conforto, etc. No entanto, a busca pelo que se quer nem sempre é fácil. Às vezes, nos deparamos com situações ótimas, que nos proporcionam alegria e satisfação pessoal; em outras, nos vemos em "becos sem saída".
 A parábola mostra, então, que a vida não é necessariamente um caminho livre de empecilhos mas, sim, uma caminho repleto de sobressaltos e adversidades. A diferença é a maneira com que cada ser humano lida com tais adversidades.
 O Dr. Spencer Johnson, juntamente com seu filho, Christian Johnson, também escreveu uma versão especial de seu célebre livro destinado ao público infantil. Enquanto a edição pioneira conta com 96 páginas, a edição para crianças traz aproximadamente 60 páginas, tratando o mesmo tema de uma maneira resumida e usando uma linguagem mais apropriada ao novo público alvo. Além disso, o livro é repleto de figuras dos personagens.
 Eu já li o livro. Tive a oportunidade de lê-lo quando trabalhei de telemarketing ativo em uma empresa de informática e ao ler o livro, olha que surpresa! Percebi que meu queijo não era aquele e fui em busca de uma nova oportunidade e consegui!! O que eu quero dizer, é que ele me ajudou a ver o mercado de trabalho de forma diferente. Seu texto é bem simples e pode facilmente se captar a mensagem dele. Ele pode ser aplicado para tudo na vida: trabalho, relacionamentos, vida social e etc..
Aconselho e assino em baixo!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Os 5 Porquinhos (Agatha Christie)

 Está ai um de qual sou fã. Amo a Agatha Christie e esse livro foi o primeiro que li dela e resolvi comentar sobre ele para vocês e, é claro, indica-lo! 



 Para quem não conhece a autora desta e de muitas obras literárias espetaculares, aí vai um pouco sobre ela:

 Dame Agatha May Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 — Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas.
 Conhecida como Duquesa da MorteRainha do Crime, dentre outros títulos, criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne, entre outros.
 Bom! O livro em si trata, é claro, de um assassinato inexplicável e com um assassino já proclamado desde o início. São 5 personagens principais e a trama é de Hercule Poirot,(Principal detetive de suas tramas) que é encubido de verificar, a pedido de uma sexta pessoa, a veracidade do crime. 
 Para quem curte romance policial é um ótimo exemplar para ser ter em casa. Portanto desocupados, ler é bom e não te deixa burro, ouviram?!
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